O inalcançável

Aline buscava sempre mais sobre coisas que ela gostava e tinha talento para surpreender a todos e a si também. 

Só que aquilo que aconteceu foi imprevisível e ela não sabia como lidar. Nunca fizera tal ato mas também não estava arrependida, ao contrário disso, ela pensava de mais, em fazer mais.

Então ficou em um dilema, será que ainda gosta de seu marido por causa do que aconteceu? Ou será que ela seria capaz de gostar de mais de uma pessoa ao mesmo tempo? Aliás existem trisais.

Mas era uma atração física somente isso e ela sabia no que estava se metendo no momento em que o provocou.

Seu marido era bom, tinha seus defeitos como todos mas será que ele merecia aquilo?

Eram perguntas que se fazia frequentemente. Mesmo achando que sua consciência estava limpa. 

Ela queria ver Renan de novo mas não sabia como se impor pois ele estava em uma briga com uma nova namorada. Ela era errada e queria buscar mais aventura...

Ficaram bastante tempo sem se ver sozinhos. Foram frios as vezes, outras quando os olhares se encontravam tinha um sorriso de canto.

Eles conseguiram esconder bem, ele mais que ela é claro pois ela as vezes se pegava pensando em possíveis acontecimentos.

Certa dia ela se pegou pensando em como seria uma transa sem horários, daquelas que podiam acabar 5 da manhã e tava tudo bem. Do tipo que deixa os dois acabados e toda vez que se vissem ficariam excitados só de lembrar. Ela queria causar um impacto nele mas nunca foi possível e talvez tenha acontecido o oposto. 

Ela estava quieta pensando em nada até que veio pensamentos loucos. 

Eles se encontram e marcam de se ver sozinhos, ele começa a beijá-la e falar:

- hoje somos só nós, ninguém te leva daqui até você gozar pelo menos 5 vezes.

Então desligaram os celulares e esqueceram do mundo la fora.

Eles tiraram a roupa como se estivessem com pressa de sentirem seus corpos nus. Sentados ela subia em cima dele e o beijava, depois jogava ele na cama e o chupava com um tesão enorme, lambia suas bolas e revezava com aquele pau enorme e cheio de veias saltitantes. Então ela o beijava novamente e começaria uma cavalgada lenta e firme, rebolava e o provocava cada vez mais. Até dar uma sentada inesperada e o fazer soltar um gemido gostoso.

Soltaria algumas safadezas e gemeria tão alto que ele tamparia sua boca com suas mãos grandes. Tudo nele parecia a fazer ficar molhada.

Ela então voltou a realidade e quando viu estava se tocando pela 3° vez. Como se nunca fosse o suficiente.

Mas no fim ela sabia que ficaria tudo em seus pensamentos pois ninguém arrisca algo duas vezes seguidas.

Certas coisas devem ficar na mente e nada mais. E ela sabia que tudo isso era uma delas.

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